quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Call of Duty Black Ops 2 - Pequena "análise"



E aí galera beleza? Bom como vocês leram no título, estou hoje aqui com a minha pequena "análise" de sempre dos jogos, com o Call of Duty Black Ops 2. Primeiramente gostaria de começar pela a campanha, depois para o multiplayer e depois escrever um pouco sobre o modo Zombies.

Campanha: Essa parte do jogo não é muito bom. Confesso a vocês que fiquei um pouco decepcionado com a história do jogo, e para mim, eles poderiam ter caprichado um pouco mais. Claro, ainda continua como um bom Call of Duty, mas na procura de inovar a história, o jogo ficou um pouco clichê, "sem sal" e "sem os pés no chão". A história não é tão fácil de entender, pois tem muito flashbacks, e você fica um pouco confuso. A parte em que você joga no passado, com Mason e eventualmente com Woods, é melhor do que a do futuro, que você joga com o filho de Mason, o David. Tem muitas coisas que acontecem de forma tão esquisita e de repente, que você fica ainda mais confuso. A história é simples: uma segunda guerra fria está acontecendo entre Estados Unidos e China (em 2025), e um grupo chamado Cordies Die (não tenho certeza se é esse o nome do grupo) age em redes sociais, principalmente no Youtube, postando vídeos para que as pessoas se rebelem contra essas duas super potências mundiais. O líder desse grupo é Raúl Menendez, um antigo líder de tráfico de drogas na Nicarágua, que perde a irmã ainda pequeno, Josefina, em um trágico "acidente" em que um depósito é queimado com eles ali dentro. Mais tarde, quando ele já é maior, ele perde o pai, que é assassinado pela CIA após descobrirem que ele era o líder do tráfico. Raúl fica com raiva dos Estados Unidos e planeja um ataque "tecnológico" sobre o Estados Unidos e também na China (para que a que as relações entre os Estados Unidos e China piorem, e eles começarem uma terceira guerra mundial). Enquanto isso, no passado (entre 1986 e terminando em 1989) você vai atrás de Menendez para capturá-lo, após você "topar" com ele ao resgatar Woods na Angola. O jogo perdeu um pouco da linearidade, colocando uma tela inicial para você escolher suas armas, poder fazer algumas escolhas durante o jogo para chegar em três finais diferentes. Mas muitas coisas eles "pegaram" emprestado de Ghost Recon Future Soldier, se você jogou esse jogo, talvez você perceba. A história não é tão ruim, mas não me agradou muito, mas em geral ela até que é boa. O jogo dura em torno de 5 horas a 8 horas (8 horas se você jogar no modo hard ou very hard). Os gráficos percebi que deu sim uma melhorada em relação a Modern Warfare 3, mas eles (Treyarch)  ainda estão usando o mesmo motor gráfico, então não é uma mudança brusca. O áudio não é muito bom, com músicas que não empolgam tanto, efeitos de armas ainda longes das armas originais (mas eles conseguiram dar uma melhorada), e uma dublagem, tudo bem eles tentaram e você consegue entender melhor o jogo e a trama, mas está péssima e torna a campanha pior ainda. E as missões Strike Force é até uma boa ideia dos produtores, mas não se saiu muito bom pois a AI dos inimigos é "melhor" do que seus soldados, tendo que você mesmo "descer" no campo de batalha e resolver as coisas. Esse modo Strike Force é basicamente um mini-game de estratégia. Aliás a AI do inimigo não evoluiu muito em relação a jogos antecessores a esse. E por fim, não penso que Menendez é o melhor vilão já feito, para mim Makarov continua sendo melhor que ele.

Multiplayer: O multiplayer continua o mesmo, mas você consegue perceber algumas diferenças. O jogo parece sim, estar um pouco mais balanceado, mas ainda há muita desigualdade. O design do menu está melhor, eles acrescentaram mais customizações, você ganha equipamentos e armas boas já logo "de cara", temos o sistema de "curinga", o qual você pode usar para colocar um perk a mais, ou uma a arma a mais por exemplo.  Você tem a opção de carregar nenhum equipamento. Temos os mesmos modos do passado como Team Deathmatch ou Domination, mas há agora um sistema de ligas, o qual você entra e joga com jogadores de seu nível, e vai subindo de rank. Gostei desse novo modo, e achei o multiplayer em geral divertido, mas sem muitas inovações. Inovações fica aí nas partes de armas e entre outras coisas, mas o multiplayer em si continua o mesmo "bom e velho Call of Duty". O Prestige mode também lhe dá coisas novas, sem ficar naquela coisa de ir para o prestige e ganhar tudo de novo, sendo apenas uma "medalha" que fica em seu status. Também há opção que você pode narrar o jogo, muito legal por sinal. Os gráficos aqui decaem para como era antes nos Call of Duty antecessores. Lags não tive nenhum até agora. Mas ainda temos aqueles velhos problemas em que você atira "sem parar" no seu inimigo, ele não morre e te mata com "um tiro".

Zombies: O modo continua o mesmo, só que com algumas diferenças. Você está no futuro, tem novas armas e mapas, e um novo modo chamado "Transition", o qual é como se fosse uma "campanha" do Zombies, e você vai com seus amigos em um ônibus que é dirigido por um robô e você tem um certo tempo para pegá-lo, passando por todos os mapas disponíveis atrás de pistas e matar zumbis também.

Bom é isso galera, em geral o jogo não é ruim, e consegui até que me divertir por uns momentos com ele, mas não recomento você comprá-lo agora, pelo preço que está. Agora se você é fanático por multiplayer, aí a decisão é sua em comprá-lo, pois você não terá outras coisas "tão legais" quanto o multiplayer. A campanha para mim foi fraca e me decepcionei, e espero que em um próximo jogo, a história seja melhor.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Crysis 3 - gameplay da missão "Fields"


E aí galera beleza? Bom já faz um tempo em que eu não posto algo do Crysis aqui, mas hoje vou postar aqui para vocês um vídeo-gameplay que a IGN postou no site deles. A missão jogada é "Fields", e já mostra bastante coisa da campanha principal, apesar do gameplay ser razoavelmente pequeno (só 6 minutos). O jogo parece não ter inovado muita coisa em relação ao seu antecessor, mas parece que a história pode ser um pouco diferente da qual estamos habituado a ver por aí. Eu sei que " a sobrevivência da raça humana" já é uma história muito comum e clichê, mas o jogo pode inovar em alguns aspectos. Aqui está o link do gameplay: http://www.ign.com/videos/2012/11/14/crysis-3-fields-mission-playthrough
Falou galera e até mais!

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Medal of Honor Warfighter - pequena análise



E aí galera beleza? Bom hoje estou aqui com a minha pequena "análise" do jogo Medal of Honor: Warfighter (lançado para PS3/Xbox 360 e PC). E ele não é tão ruim como vocês provavelmente viram nas análises. Sim, o jogo possui seus defeitos, mas não tantos quanto apresentados nas análises por aí.

Vou começar pelo Singleplayer. A história do jogo continua quase onde o antecessor parou. Você joga com dois personagens distintos, Preacher (já apresentado no jogo anterior, mas aqui você o segue em sua vida pessoal também) e Stump. Você irá jogar na maior parte do jogo com Preacher. O singleplayer é bom e emocionante, e talvez seus únicos defeitos (pelo menos para mim) é a curta duração do jogo, também talvez, pela falta de informações justificando a ida de um lugar a outro entre uma fase e outra, pois você só irá entender a história se souber bem inglês e prestar muita atenção nas cut-scenes, se não você irá ficar muito por fora, e o jogo acaba sendo "só mais um jogo de tiro" e por último o excessivo uso de quebrar portas, e tudo ficar lento e você matar os alvos, eu não tenho nada contra isso, mas para alguns pode chegar a enjoar. O que dá profundidade e até um pouco de originalidade ao jogo é as cut-scenes contando a história difícil de um soldado. A jogabilidade não é ruim, e está boa, pegando emprestado alguns movimentos do "primo" Battlefield 3. O áudio também está ótimo, com músicas que acompanham as situações do jogo, e também os sons das armas, disparos, enfim, tudo que há durante um tiroteio está muito real aqui. O jogo também possui fases eletrizantes de perseguição a pé, ou com carro, e a utilização temporária de um barco e por fim, a utilização da mini-gun do helicóptero Black-hawk. Algumas coisas, sim, vão lembrar Call of Duty, como as cenas de ações absurdas, ou alguns personagens, como Mother. O jogo não está repleto de ação, e tem algumas partes (menos que seu antecessor) de stealth. A campanha principal conseguiu cumprir em parte algumas coisas que a Danger Close estava prometendo, mas não tudo. O bom do jogo é que também são retratadas situações reais dos soldados das forças especiais, e locais reais também, dando um pouco mais de originalidade ao jogo, além do já foi citado, as cut-scenes. A vida dura e difícil de um soldado também retratado, e no final, a produtora deixa uma importante mensagem aos jogadores e é uma mensagem que poucos conseguem entender, sim a mensagem pode até ser um pouco clichê, mas é uma coisa em que você não vê em Call of Duty ou Battlefield.  E por fim, o gráfico e o AI. O jogo está muito bom em gráficos também, com a engine Frostbite 2 (primeiro utilizado pelo "primo" Battlefield) deixando os ambientes bem reais. Eles melhoraram sim, o gráfico em relação ao Battlefield 3, mas nos consoles a diferença não pode ser muito notada, apenas no PC. A AI dos companheiros é até que boa, e não chega a te atrapalhar muito, mas as vezes, ela pode apresentar problemas e você ficar na mão. Os inimigos estão mediano também em relação a inteligência, e eles chegam sim, a serem burros e correrem em sua direção atirando que nem Rambo, e morrendo depois. Os inimigos só apresentam um pouco de inteligência quando você jogar no modo Hard. O jogo pode ser fechado entre 5 horas (se você jogar na dificuldade Easy ou Normal) a 8 horas (se você jogar na dificuldade Hard).

O Multiplayer pode até não ter renovado muito no cenário dos jogos de tiro em primeira pessoa, mas é divertido jogá-lo, pois ele irá o entreter por algumas horas. Ele também apresenta os Fireteams, que são nada mais que duplas, deixando um pouco do egoísmo, e se juntando a cooperação entre você e outra pessoa ou seu amigo. É divertido e funciona em parte (não elimina o egoísmo por completo), mas só realmente cumpre o propósito na hora  de você jogar com o seu amigo. Apresenta no total 4 modos, que são: Hotspot, Sector Control, Home run, Team deathmatch. E outros 3 que são a junção deles, que são: Combat Mission, Real Ops e Warfighter. Uma pena é que o multiplayer apresenta alguns bugs, como por exemplo você nascer longe do seu companheiro, ou perto de um inimigo, sendo morto na hora e também o design do menu, que é um pouco confuso e cheio de informações, atrasando-o por alguns minutos até você saber o que é cada coisa. Outro ponto positivo do multiplayer é a customização. Você pode customizar praticamente sua arma inteira, escolher vários tipos de soldados de 12 nações, e também há uma razoável variedade de armas a sua disposição, sendo liberadas de acordo com o seu level, isso vale também para os soldados. Não penso que o multiplayer seja o "ruim" do Medal of Honor: Warfighter, mas infelizmente não conseguiu ser oque prometia a Danger Close. Mas consigo entender o lado da produtora, que sozinha, conseguiu desenvolver um jogo que atendeu minhas expectativas, desenvolveu um multiplayer e campanha principal razoavelmente boas. Em geral, Medal of Honor: Warfighter consegue sim ser um bom jogo, mas irá depender muito infelizmente ou felizmente, de sua visão e de seu gosto, ou até da sua disposição para jogá-lo. Eu o recomendo.

Falou galera e até mais!

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Call of Duty Black Ops 2 - mais informações sobre o mapa Nuketown futuristica

E aí galera beleza? Bom, hoje foi postado na IGN, um vídeo deles jogando multiplayer no mapa da Nuketown futurística. E parece que o multiplayer deu uma inovada, nem tanto, mas deu. Parece que está muito mais disputado que os outros jogos, e o gráfico melhorou bastante diante de seu antecessor. O design do jogo também ficou muito legal, apesar de copiar um pouco o BFBC 2. Se vocês quiserem ver o vídeo, aqui está o link: http://www.ign.com/videos/2012/11/08/call-of-duty-black-ops-2-nuketown-2025-multiplayer-gameplay

Falou galera e até mais!

terça-feira, 30 de outubro de 2012

MW 4 pode estar em produção

E aí galera, beleza? Foi divulgado um dia atrás na IGN, que Modern Warfare 4 já estaria sendo produzido, após chamarem o dublador do Capitão Price, um dos personagens principais da série, para dublar o personagem novamente, e este confirmou que estaria trabalhando em um sequência. Nada ainda esclarecido pela Activision, já que ainda é meio cedo, pois Black Ops II ainda não lançou.

GTA V sai até metade do ano que vem


E aí galera beleza? Bom depois de um lançamento de um pôster contendo a informação da data de lançamento de GTA V, a Rockstar confirmou que o jogo sairá para PS3 e Xbox 360 até a metade do ano que vem (Junho). Falou galera e até mais!

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Bioshock Infinite - Trailer novo

E aí galera, beleza? Bom, depois de muito tempo sem noticias do Bioshock Infinite, hoje foi lançado um trailer novo mostrando mais do jogo. Parece que o jogo irá começar igual ao primeiro jogo, ou seja, no mar. O personagem diz que precisa resgatar a garota. Aqui está o link: http://www.youtube.com/watch?v=bz1bMyQkUEQ

Falou galera e até mais, lembrando aos fãs do Medal of Honor, que amanhã lançará o novo jogo da série, o Warfighter, lá nos Estados Unidos, e dia 26 na Europa. Fiquem ligados nas análises dos sites dessas regiões.  Eu farei uma pequena análise, depois do dia 6 novembro (dia previsto para chegar aqui em minha casa). A pequena análise do Resident Evil Operation Raccoon City não foi esquecida pessoal, mas aguardem, que trarei nos próximos meses. Eu sei que já faz muitos meses já desde do lançamento, mas mesmo assim, trarei a pequena a análise, só cumprindo minha responsabilidade.